domingo, 25 de julho de 2010
IN crisis, OUT crisis
domingo, 18 de julho de 2010
Coisas
Estupefacto fiquei eu. Assim como quando vemos um carro em contra-mão como se nada fosse, ou como quando os nossos pais nos dizem coisas que nos deixam pensativos ou ainda quando do nada um grupo de rapazes, sem aparente relação amistosa, decide abordar um grupo de raparigas e como se uma troca de palavras não bastasse, avançam para os números de telemóvel.
Foi mesmo isto que eu vi. Numa tarde de bowling (numa grande tade de bowling), quando tal situação se mete à frente dos meus olhos. Fiquei cego. Mas afinal de contas faltei a alguma aula de 'como tratar as raparigas', talvez sim. Ou talvez em dois anos tenham mudado o programa da disciplina drasticamente. Sim, porque por mais que me venham dizer que é normal os rapazes agirem assim, não acredito, até porque as expressões faciais das raparigas fundamentam-me. Até elas ficaram um bocado constragidas.
Já numa conversa com outro colega, veio ao de cima a seguinte situação, (no metro) um grupo de raparigas que estava a fazer um cagaçal do caraças só porque um rapaz de aparente condição física viajava na carruagem de trás. Sim isto já é prefeitamente normal. Claro que as mais inteligentes não manifestam interesse de uma forma tão, evasiva. Fazem nos esperar e esperar e sofrer, até que eles começem a olhar mais para elas. E quando tal acontece (PUM!), já é tarde de mais, e provavelmente ele irá ser o seu puppie.
Sim, enquanto elas forem directas e explicitas, melhor.
B&A
terça-feira, 6 de julho de 2010
Ser verde também custa
segunda-feira, 5 de julho de 2010
O Verão saiu à rua
É verdade, andar num dia de muito calor na rua, não é para qualquer um, quase que é preciso delinear uma estratégia para chegar onde queremos:
- Não ande ao Sol, (brilhante ideia);
- Para o caso das senhoras e outras coisas, não se apetrechem muito! Isto se não tiverem veiculo próprio com Ar-Condicionado, caso contrário vai parecer sei lá o que;
- Não escolha horas de ponta. Isto se for de transportes públicos. É bem provável que apanhe mais graus lá dentro do que fora, ou um sovaco bem agradável ou ainda um autocarro com as janelas todas abertas, nos casos em que a terceira idade não percebe o termo Ar-Condicionado (ou não quer perceber);
- Tome um banho de água fria de manhã ou mesmo gelada, irá sentir-se como um gelado calipo, a olhar para o magnum e pensar "Não tarda estás todo, todo cagado. Ser de marca dá nisso";
- Por último, esquece o traje! Não, não venhas dizer que o que protege do frio protege do calor. Porque achas que a capa muda de região para região? Não não é porque é tradição. (ou se calhar até é).
domingo, 4 de julho de 2010
Intro
Custo de Vida, é um tema bonito mas complexo, é básico e é fundamental.
Penso em recomeçar a minha carreira neste mundo após uma tentativa tentada porque ... porque vejo todos os dias coisas que não se devem fazer, na vida. Umas piores que outras que acabam por nos determinar como seres ou pessoas ou outra coisa qualquer (para não deixar ninguém de lado).
Custo de Vida, relata o valor que certas atitudes têm em relação a outras e de forma a que em tempos de crise, o custo seja pequeno; vou querer ilustrar à luz dos meus olhos, ao som dos meus ouvidos e ao sabor dos meus lábios (quem sabe), a melhor maneira de poupar a vida.
Digo poupar, mas espero não confundir com guardar. Sim. Até porque nos devemos expor a esse mundo todo e inteiro, pois a vida é feita de experiências.
Gosto bastante do título, mas vou gostar ainda mais se conseguir fazer um segundo escrito =).
B & A