Esta singularidade acompanha-nos mais a nós, portugueses do que aos outros. Já sabemos como se navega numa tempestade. Sabemos como viver debaixo de fogo, sabemos como chegar ao destino. Mas já soubemos como bem atracar.
Falta qualquer coisa a este mundo. Viver em comunidade, não é simples e sistemas financeiros como estes não ajudam em nada, bem como a base estrutural económica que nos rege e nos dita praticamente o nosso fado.
A sombra do que fomos quer ganhar vida. Quer voltar a ter poder, mas numa base diferente. Deixaremos a base consumo capitalista que somos, para sermos algo melhor?
Um método de vida libertino e materialista, que não nos traz se não desgostos e amarguras nunca será o caminho para o melhor.
Deixaremos este custo de vida para ser algo melhor?
B&A
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