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domingo, 25 de dezembro de 2011

No início era o verbo

No início era o verbo. E o verbo era Deus.
Já lá vai o tempo no qual Deus foi todos os verbos e muito mais tempo ainda, quando fora o único! Hoje o verbo é entre muitas outras coisas, dinheiro! Para alegrias de muitos e tristezas de outros, o Natal torna-se cada vez mais monetário do que moral. Já nem me atrevo a perguntar "Então, que recebeste no Natal?", epá .. a resposta é quase sempre a mesma, acreditem! E enquanto uns se deliciam com novos costumes gastronómicos para a ceia de Natal, outros continuam a gramar com o raio do bacalhau. Não era mais engraçado ter uma sapateira (ou duas) mesmo entre os candelabros com as velinhas vermelhas? É que o preço vai dar ao mesmo! Mas continuemos com a tradição, na cozinha! As prendas e a missa do dia 25, ou para os mais corajosos, a missa do Galo, esses costumes já evoluíram, para pior ou melhor, isso já não sei! Resta-me agora gramar com as teorias económicas e políticas do governo do momento (que de ano para ano parece sempre outro, ainda que só rodem em média em múltiplos de quatro) discutidas em cima da mesa das filhós (e não filhoses queridos familiares!). Fico impávido e sereno a tanta babuseira pronunciada. Espero que seja o vinho caseiro a fazer efeito, se sim, então deste prefiro mesmo não beber!

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Google+ é que está a dar

O Google+ é que está a dar, ou pelo menos tem pernas para dar e andar! Toda a gente gosta, todos dizem sim, mas o facebook continua a ser prioritário, será uma questão de tempo? Talvez.
Aqui fica um video sobre o Google+

http://www.youtube.com/watch?v=nGugj1ym594&feature=player_embedded

Riots in London

Just watched an interview to a four member gang in south of London. The most shocking thing they've said was about the relevance of the poor people to the government. More ahead they said they destroyed only the shops which they went do find job.
It seems to me UK has a little huge problem!

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Muscles ≠ Brains

Afinal sempre é verdade. Eu sei que um caso não deva ser justificação para todos, mas facto é facto.
Hoje enquanto estudava na biblioteca, além de reparar em tudo o que se mexia, apareceu um individuo com a sua estatura em V, que qualquer pessoa repararia. Escusado será dizer que as pernas do rapaz deviam sofrer diariamente, pois não sei como é que alguém só se preocupa da cintura para cima (risos). Impressionou-me quando sacou das folhas e começou estudar. Deve ser aquilo que elas todas procuram, músculos, good looking e brains.
Pois é. Mas tal coisa não existe. Quando o rapaz decide atender o telemóvel na biblioteca, e em que todas as frases começavam com, “Puto”, deixa muito a desejar. Até porque o rapaz estava chateado, com o outro interlocutor, porque ontem, quando ele não tinha nada para fazer, não o tinham convidado para a praia, e hoje que tinha teste é que o convidavam. (Risos). Risos da conversa, uma conversa de autentico macho-men, mas não vou entrar por ai.
Certo é que o melhor músculo que temos é o cérebro, pois quando está em forma ninguém o para e é sempre bem apreciado. Já o contrario, quando o músculo é quem manda, esqueçam, coisa boa não é de certeza!

terça-feira, 14 de junho de 2011

Da Educação

Ouvia-se assim,
"Não obtiveste resultados, não te esforçaste então vais ficar sem Internet e sem saídas no Verão!"

Penso por momentos se, estes pais subordinados de alguém, fossem postos à prova da mesma maneira.
"O senhor não deixa a casa de banho em condições depois de utiliza-la então não recebe aumento"

É só assim, que vejo a analogia e a realidade que se assenta em muitas famílias portuguesas. Onde é que uma criança ou adolescente se motiva retirando aquilo que a diverte e descontrai, quando o resultado da sua pseudo-obrigação é baixa?
Sim, digo pseudo-obrigação porque para esta faixa etária, os estudos não são estímulos de vida, não são obrigação e razão imprescindível para sobreviverem enquanto tiverem um superior que lhes dá dinheiro, tecto, e alimento.

Esta questão não é fácil de abordar, mas entendo que não é a cortar naquilo que eles gostam que os motiva e fá-los querer dar um passo ainda maior, para alcançar o que lhe foi retirado! Até porque mais tarde ou mais cedo, o castigo é apaziguado.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Tal dia de Abril

Gritou-se liberdade, atiravam-se cravos e o fascismo português morrera.

Hoje falam "mais do mesmo!", o povo de papo feito e barriga cheia, afirma que o que faz agora falta não é animar a malta, porque essa anima-se nas manifestações, mas assim um novo 25 de Abril!
E o povo sublinha o que os sindicalistas afirmam, "é preciso continuar a lutar", "precisamos de uma adesão em massa do povo".
Mas não, não percebem que o problema é deles, é dos que vão para a rua, que é do Povo! São eles que votam no galo e nas poideiras lá do poleiro, e mesmo descontentes, votam no rotativismo politico que se vê desde o tal dia de Abril.
Tivéssemos um muro para as lamurias de todos, e o problema ficava absolvido. Mas não este povo só sabe falar e arrebanhar, porque pro-actividade, iniciativa e o mínimo inteligência são bens que não sabem onde se compra, porque realmente não se vende.

Mas revenha o tal dia de Abril, e sentemo-nos a ver, como se numa tela de cinema se projecta-se a mudança utópica que todos querem e ninguém sabe alcançar!

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Querem-se assim

Com bom ou mau gosto, inteligentes ou 'dummies', elas querem-se ... com uma grande personalidade, extrovertidas, e ainda assim maturas (sem infantilidades).

Além de facilitarem a vida (ou não), é mais fácil sendo elas descontraídas, sem medo e assim... Do que como as que pensam, (se ele quer ele que tome a iniciativa). Isto, não é retrógado, mas é que já não existe.

Deixem-se de picuisses, de fasquias de top model, e de pós faciais ... elas querem-se assim mesmo, como são.